nota n.2 imaginação, um gesto político


Foto: Ana Emerich

"Ainda que beirando o chão,

Ainda que emitindo uma luz bem fraca,

Ainda que se deslocando lentamente,

Não desenham os vaga-lumes - rigorosamente falando - uma constelação?

Afirmar isso a partir do minúsculo exemplo dos vaga-lumes é afirmar que em nosso modo de imaginar jaz, fundamentalmente, uma condição para nosso modo de fazer política.

A imaginação é política. Eis o que precisa ser levado em consideração".

[Georges Didi-Huberman em "Sobrevivência dos Vaga-Lumes" - trechos]


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