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4 Jun 2017

"Ainda que beirando o chão,

Ainda que emitindo uma luz bem fraca,

Ainda que se deslocando lentamente,

Não desenham os vaga-lumes - rigorosamente falando - uma constelação?

Afirmar isso a partir do minúsculo exemplo dos vaga-lumes é afirmar que em nosso modo de imaginar jaz, fundamentalmente, uma condição para nosso modo de fazer política.

A imaginação é política. Eis o que precisa ser levado em consideração".

[Georges Didi-Huberman em "Sobrevivência dos Vaga-Lumes" - trechos]

31 May 2017

Fazer a mala e esvaziar os ouvidos.

Rever faixas sonoras compostas para o espetáculo “volume morto” (2016) e durante as imersões com o Coletivo Liquida Ação até então. Reler anotações que contaminam aquele contexto.

Revisitar imagens e sons de meus trabalhos recentes ou que seguem em processo: Scordatura n.4, Pequeno Manual para um fenômeno atmosférico e Demarcações – objeto propositivo para uso comum do espaço. Cada um deles, à sua maneira, parece fomentar um reservatório de possíveis para os gestos que se apresentam como ideias iniciais da pesquisa por vir.

Há livros e escritos que estão latentes e que podem conectar-se às suspeitas de criação que meu imaginário começa a esboçar antes da partida: “A queda do céu” (Davi Kopenawa e Bruce Albert) e “Como se caísse devagar” (Annita Costa Malufe). Há um caderno de anotação, com pedaços de vontades, dúvidas e outros escapes do pensamento. Objetos, materialidades? Deixar que o lugar determine. Dentro da mala cabe, ainda, um cesto invisível par...

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June 4, 2017

June 3, 2017

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